Como escolher uma plataforma para e-commerce

Como escolher uma plataforma para e-commerce

Dinheiro bem gasto na fase da escolha poderá render boas economias no futuro.

Há casos de lojas virtuais que usam tecnologias gratuitas e conseguem se manter na Web com um índice de vendas satisfatório. O importante é o empresário certificar-se sobre as limitações de cada tecnologia e até onde elas poderão atender suas expectativas a curto, médio e longo prazo. É recomendável que se peça ajuda a profissionais da área para a escolha da melhor plataforma, ela será crucial para o sucesso do empreendimento on-line. 

O dinheiro bem gasto nessa fase poderá render boas economias no futuro. Basicamente, alguns pontos precisam ser considerados durante a escolha de uma plataforma. Todos eles podem estar contemplados, ou, para aqueles que decidirem por um início mais simplificado, a escolha pode ser por plataformas mais limitadas, que possuem apenas alguns dentre os requisitos abaixo:

  • Permite atualização conforme novas necessidades?
  • O módulo de gerenciamento é fácil de usar?
  • A parte visual atende o meu plano de comunicação, é aderente à identidade do meu negócio?
  • Tem flexibilidade para integração com as demais tecnologias como: meios de pagamento, atendimento via chat on-line, segurança das informações, banco de dados etc.?
  • Tem flexibilidade para integração com sistemas internos da empresa?
  • Permite otimização para motores de busca que atenda o meu plano de marketing?
  • Possui um bom canal de suporte?
  • É compatível com os principais navegadores?
  • É conhecida por vários profissionais desenvolvedores?
  • Existem casos de sucesso que usaram a mesma tecnologia?

Fonte: Sebrae Nacional – 05/12/2016

Plataforma E-commerce Integrado

A nossa Plataforma do E-Commerce é moderna e integrada a diversos serviços web que permitem facilitar suas vendas na internet.

Isso mesmo! Com essa integração você controla tudo no seu E-Commerce e ainda realiza a gestão completa do estoque, vendas, compras, setor financeiro e muito mais tanto da sua loja virtual quanto da loja física. São vários módulos que você escolhe para melhor atender suas necessidades e demandas!
Além disso você pode acessar de qualquer computador a qualquer hora e lugar, sem se preocupar em estar presente no local de trabalho como acontece com muitos sistemas comercializados no país. A nossa solução é pensada exclusivamente em atender suas necessidades, assim você pode viajar a negócios ou tirar aquelas merecidas férias sem abandonar a gestão dos seus negócios.

Sem dúvidas é uma ótima plataforma onde você terá controle total da sua loja virtual e empresa, além de contar com suporte especializado para resolver qualquer dúvida sobre o E-commerce ou sistema de gestão.

Entre em contato por telefone ou acesse nosso site para saber mais detalhes e solicitar uma visita com um de nossos representantes.

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Conheça o sistema de Franquias.

Entenda esse modelo de negócios e saiba como ele pode ser uma alternativa interessante para os empreendedores.

As Franquias

O sistema de franquias, devido ao grande número de redes hoje espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, é familiar a todos nós. Mesmo sem estudar profundamente o assunto, sabemos que uma empresa, por ser franquia, terá o direito de utilizar a marca de outra, comercializará seus produtos e serviços e gerará no consumidor a expectativa de ver o mesmo modelo de negócio nos diversos locais onde ele se deparar com aquela marca.

Mas não existe uma definição única para franquia. De forma simplificada podemos dizer que é uma estratégia empresarial para distribuição e comercialização de produtos e serviços e que a franquia de negócio formatado (Business Format Franchising) é a que melhor tem representado os sistemas comercializados hoje em dia.

Esse modelo se caracteriza pela existência de um contrato, no qual uma empresa, detentora de uma marca ou patente (franqueador), utiliza o sistema de franquias para expandir seus negócios, concedendo a outros (franqueados) o direito de uso de sua marca ou patente e de exploração comercial do que tiver sido desenvolvido ou testado por ela. Para reproduzir corretamente o modelo e se beneficiar de um negócio experimentado e bem sucedido, o franqueado deverá receber orientação para a instalação e operação da unidade franqueada, mantendo o padrão exigido e remunerando a franqueadora pela concessão dos direitos e pela transferência desses conhecimentos.

Termos Utilizados

O termo franquia é utilizado tanto para designar o sistema, quanto a pessoa jurídica que participa de uma rede de franquias (a unidade franqueada). O termo franchising é comumente utilizado para designar a estratégia de distribuição e comercialização de produtos e serviços.

Para que uma rede seja criada, o sistema de franquias pressupõe dois participantes: o franqueador e o franqueado.

Franqueador. Pessoa jurídica detentora dos direitos sobre determinada marca ou patente, que formata um modelo de negócio e cede a terceiros (franqueados) o direito de uso desta marca ou patente e do know-how por ela desenvolvido, sendo remunerada por eles pelo uso deste sistema.

Franqueado. Pessoa física ou jurídica que adere à rede de franquias idealizada pelo franqueador, mediante o pagamento de um determinado valor pela cessão do direito de uso da marca ou patente e transferência de know-how, comprometendo-se a seguir o modelo por ele definido.

Royalty. Remuneração periódica paga pelo franqueado pelo uso da marca e serviços prestados pelo franqueador. Geralmente é cobrado um percentual sobre o faturamento bruto.

Taxa de franquia  (franchise fee ou taxa inicial). É um valor único estipulado pelo franqueador para que o franqueado possa aderir ao sistema, pago na assinatura do pré-contrato ou contrato de franquia. Esta taxa também remunera o franqueador pelos serviços inicialmente oferecidos ao franqueado. Alguns franqueadores cobram um percentual da taxa de franquia no momento da renovação do contrato.

Fundo de Propaganda (ou fundo de promoção). Montante referente às taxas de publicidade pagas pelos franqueados e pelas unidades próprias dos franqueadores e que deve ser utilizado para ações de marketing que beneficiem toda a rede. Em geral, o franqueador é o administrador do fundo, mas deve prestar contas periódicas aos franqueados.

Conselho de Franqueados. Tem caráter consultivo e é constituído pela franqueadora e por um grupo de franqueados principalmente para a administração do Fundo de Propaganda.

Circular de Oferta de Franquia. Documento que, segundo a legislação brasileira, deve ser entregue pelo franqueador ao candidato a franqueado até 10 dias antes da assinatura do pré-contrato, contrato ou pagamento de qualquer valor. Em resumo, ela deve ser entregue por escrito e ser redigida de forma clara, contendo as informações sobre a franquia, a rede de franqueados e tudo o que será exigido do franqueado antes e após a assinatura do contrato de franquia.

Licenciamento de uso de marca X contratos de franquia

Muitos empresários confundem contratos de franquia com licenciamento de uso de marca. Algumas diferenças podem ser apontadas para facilitar este entendimento.

  • Os contratos de licenciamento, para que tenham validade perante terceiros, têm que ser averbados/registrados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Nas franquias, a averbação é facultativa para contratos internos e só é necessária para os contratos cujos franqueadores sejam domiciliados no exterior.
  • As franquias são regidas pela Lei 8.955/94, também conhecida como a Lei de Franquias. É um contrato mais complexo que o de licenciamento de marca e inclui a transferência de know-how e uma série de direitos e obrigações entre as partes, o que permite ao franqueado replicar o modelo de negócio.
  • Os contratos de franquia incluem o licenciamento da marca, mas não se resumem a isso.
  • A Lei de Franquias determina que o franqueado receba a Circular de Oferta de Franquia (COF).
  • Contratos de licenciamento podem ser questionados na justiça e considerados uma forma disfarçada de franquia se incluir a transferência de know-how e o cumprimento de exigências típicas dos contratos de franquia empresarial.

Por essas e outras razões, tanto detentores de marcas e patentes, quanto àqueles que desejam ter o direito de comercializá-las, precisam saber claramente, na hora de redigir ou analisar o contrato, se estão diante de um simples licenciamento do direito de uso da marca ou se está caracterizada a transferência de um modelo de negócio formatado, neste caso, uma franquia.

Negócio próprio?

Ao optar pela abertura de uma empresa os empreendedores devem se perguntar se desejam abrir um negócio próprio ou investir em uma franquia. Mas para decidir é preciso comparar.

Em um negócio próprio o empresário terá a liberdade e a responsabilidade integral pela decisão sobre o que, onde, por quanto, para quem e como vender. Caberá a ele ter a ideia, criar a marca e promover ações de marketing para lançá-la no mercado, definindo o perfil de cliente a ser atendido, escolhendo o ponto e os canais de venda a serem utilizados, buscando informações sobre a legislação pertinente e conhecendo o tamanho e as características do mercado onde pretende atuar. Todos estes fatores, aliados à afinidade com a atividade a ser desenvolvida e à sua competência gerencial, serão fundamentais para o sucesso do negócio.

Se optar por investir em um modelo de negócio já existente, com a marca em início de expansão ou estabelecida no mercado, uma forma possível é aderir a uma franquia. Por sua característica de reprodução de um modelo testado, e que já apresenta resultados, a abertura de uma franquia envolve menos riscos que um negócio próprio, embora não se possa falar em risco zero. Para participar de uma rede de franquias, o empresário precisará estar disposto a abrir mão de parte de sua liberdade de atuação, uma vez que deverá seguir um padrão definido pelo franqueador e permitir que seja verificado o seu cumprimento. Por outro lado, receberá suporte para a abertura da empresa, escolha do ponto e inauguração e será treinado para operar sua franquia.

Fonte: Sebrae Nacional – 26/03/2018

Soluções para Franquias

Com o aumento do faturamento no setor de franquias no Brasil e com lucro de mais de 50% no primeiro semestre, é de grande importância que o empresário tenha um sistema específico para atender as necessidades e garantir o sucesso dos negócios.

O Atende Smart Franchise oferece a comodidade de uma plataforma híbrida onde você terá um caixa com funcionamento local, evitando qualquer instabilidade da internet e a retaguarda com uma conexão em tempo real com a nuvem, permitindo o controle de receitas, despesas, compras, estoque e muito mais de qualquer lugar do mundo.

  • Reduza o tempo de atendimento, aumente a satisfação do cliente e reduza custos.
  •  Saiba as necessidades da sua franquia em tempo real;
  •  Unifique o controle de vários locais e ainda atenda a legislação.

O crescimento do setor de Franquias no Brasil depende de vários fatores, entre eles o sistema de gestão adequado ao seu tipo de negócio.

Entre em contato e conheça mais sobre essa solução que vai facilitar a gestão da sua Franquia possibilitando controle total e maior rentabilidade.

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Bloco K do Sped Fiscal

Muitas empresas ainda não se adaptaram a todas as exigências do SPED Fiscal, especialmente  ao que se refere ao controle de estoque e produção – Bloco K.

A modernização proposta pelo SPED é facilitar os procedimentos contábeis e fiscais nas empresas. Passando a ser obrigatória para indústrias a apresentação das informações relacionadas aos insumos utilizados na produção de seus produtos e sobre o estoque de matérias. E o Bloco K serve justamente para isso, para monitorar essas atividades.

O que é SPED Fiscal?

É o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), criado em 2007 e fazendo parte do (PAC) Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal, com o objetivo de modernizar o cumprimento das obrigações dos contribuintes às administrações tributárias e órgão de fiscalização.

Conheça as modalidades do SPED Fiscal

  • NF-e – nota fiscal eletrônica;
  • CT-e – conhecimento de transporte eletrônico;
  • NFS-e – nota fiscal de serviços eletrônica;
  • EFD – Escrituração Fiscal Digital ou SPED Fiscal;
  • ECD – Escrituração Contábil Digital ou SPED contábil;
  • EFD Contribuições;
  • ECF – Escrituração Contábil Fiscal;
  • eSocial;
  • e-Financeira;
  • MDF-e – Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais;
  • EFD Reinf;

O SPED é composto por 5 grandes subprojetos, são eles:

  • NF-e – nota fiscal eletrônica;
  • CT-e – conhecimento de transporte eletrônico;
  • EFD – escrituração fiscal digital;
  • ECD – escrituração contábil digital;
  • NFS-e – nota fiscal de serviços eletrônica.
  • A EFD é o projeto do SPED em que o Bloco K se encontra e é composta por um conjunto de blocos de informações que contém a escrituração fiscal digital. Passando a ser obrigatória a transmissão à Receita Federal desde 2019 de forma digital.

Transmissão da EDF exigida pela Refeita Federal

Antes a transmissão era realizada uma vez por ano por meio de um processo manual. Com a nova tecnologia a apresentação é realizada uma vez por mês, por enquanto. Mas tudo indica que a transmissão será feita em tempo real no futuro.

Como é o arquivo EFD

A Receita Federal definiu um layout que é agrupado em blocos de informações com diferentes datas de obrigatoriedade, como vemos abaixo:

  • Bloco C – documentos fiscais I – mercadorias (ICMS/IPI), obrigatório desde janeiro de 2012;
  • Bloco D – documentos fiscais II – serviços (ICMS), obrigatório desde janeiro de 2012;
  • Bloco E – apuração do ICMS e do IPI, obrigatório desde janeiro de 2012;
  • Bloco G – controle de crédito de ICMS do ativo permanente (CIAP), obrigatório desde janeiro de 2011;
  • Bloco H – inventário físico, obrigatório desde janeiro de 2012 em SP;
  • Bloco K – livro de registro de controle da produção e do estoque, obrigatório a partir de janeiro de 2017 (ou 2018 ou 2019, dependendo da sua indústria);

O Bloco K do SPED é um livro digital de registro de controle de estoque e produção da indústria. É uma obrigação acessória com o objetivo de acabar com a sonegação das indústrias ao informar suas atividades fiscais à Receita Federal. Já que a Receita Federal não possui o controle preciso das produções e estoque das empresas.

Porém, com o uso obrigatório do Bloco K do SPED Fiscal são transmitidas informações como:

  • A quantidade produzida;
  • A quantidade de materiais que foi consumida;
  • A quantidade que foi produzida em terceiros;
  • A quantidade de materiais consumida na produção em terceiros;
  • As movimentações internas de estoque que não estejam diretamente relacionadas à produção;
  • Os materiais de propriedade da empresa e em seu poder;
  • Os materiais de propriedade da empresa e em poder de terceiros;
  • Os materiais de propriedade de terceiros em poder da empresa;
  • A lista de materiais de todos os produtos que são fabricados em produção própria e em terceiros.

O envio de informações incorretas ou mesmo o não envio dessas informações podem gerar penalidades para empresa como multas, juros, suspensão dos serviços disponibilizados pela Receita Federal como a emissão da Nota Fiscal Eletrônica entre outros.

Para se adequar a essa exigência da Receita Federal, sua empresa deve se ater ao seu sistema de gestão (ERP) nos seguintes pontos:

1 – Emitir o SPED Fiscal e Contribuições

2 – Ter as funções de gestão relacionadas a compras, vendas etc.

O que sua empresa deve fazer é primeiramente analisar e planejar a adequação dos seus processos de gestão da produção às exigências do fisco. Além de estudar todos os requisitos do Bloco K, mapear cada detalhe dos processos de industrialização, terceirização e estocagem, avaliar o software que irá adquirir para atender às exigências, preparar e treinar sua equipe na operação e nos registros de informações, entre outras coisas que podem ser perguntadas no momento da visita técnica com um de nossos representantes.

Para isso é preciso agendar uma visita ligando para:
(11) 2989-5006 (11) 3508-3100 ou acessando o site clicando aqui para saber mais e preenchendo o formulário de contato.

A importância do sistema web integrado para as pequenas, médias e grandes empresas.

Entenda porque esse tipo de sistema se tornou importante para as empresas de qualquer ramo de atividade.

Infelizmente os sistemas de muitas empresas são burocráticos e ineficientes, tornando os processos da empresa um problema no dia a dia.

Para facilitar a vida dos usuários de sistemas nas empresas, surgiu o sistema web integrado se tornando algo essencial dentro das empresas para facilitar os processos internos e externos integrando todas as áreas da empresa, dando acesso certo a cada usuário.

Dessa forma um bom sistema web integrado consegue desburocratizar os processos, aumentando a produção e os lucros da empresa.

Mas o que é um sistema integrado web?

É um conjunto de soluções num mesmo sistema web, tendo como função principal a promoção de uma melhor interação entre todos os departamentos da empresa, assim as informações não ficam restritas a um único setor, ou seja, qualquer departamento que necessite de determinada informação pode acessá-la conforme sua permissão previamente definida. Por exemplo, o departamento de compras pode ter acesso às informações do departamento financeiro e vice-versa.

Conheça as principais vantagens de ter um sistema web integrado na sua empresa

  • Comunicação entre setores da empresa: conforme dito anteriormente, os departamentos da empresa conseguem encontrar as informações sem perder tempo procurando em arquivos e em outras fontes, evitando que o trabalho fique mais lento e burocrático.
  • Controle de vários setores: com o sistema web integrado, a empresa pode controlar vários setores da empresa como o estoque, tornando o controle mais preciso na hora de um inventário por exemplo. Evitando assim a compra desnecessária de materiais e não correndo o risco de deixar um material estragar sem saber se ele está armazenado há muito tempo. O contrário também acontece quando precisar realizar a compra de materiais, ou seja, fica muito mais fácil verificar no sistema web integrado se precisa ou não adquirir o material.
  • Agilidade nos processos: o sistema web integrado permite uma maior agilidade no desenvolvimento dos processos da empresa, tornando mais rápida e eficiente à produção da empresa.
  • Acesso a qualquer momento: os sistemas web integrados têm a vantagem de ser acessado de qualquer lugar e momento, ou seja, não tem a necessidade de estar no local do trabalho para controlar seu estoque, compras, vendas, setor financeiro entre outros. Além de ter sempre disponíveis relatórios para melhor controle do que acontece na empresa, transmissão de dados em tempo real e back-up automático na nuvem.

Por isso a necessidade de ter um sistema web integrado vem se tornando um fator de extrema importância para pequenas, médias e grandes empresas de todos os setores como comércios, restaurantes, franquias, indústrias, postos de combustíveis, petshops, lojas, varejo, atacados, lojas virtuais entre outros setores.

Saiba mais sobre como deixar sua empresa adequada aos novos tempos onde os processos ficarão mais rápidos aumentando sua lucratividade e eliminando a burocracia que desacelera o sucesso de qualquer empresa.

Ligue para (11) 2989-5006 / 3508-3100

Automação Comercial

Automação nos serviços dos pequenos, médios e grandes negócios

Automatização não é a mesma coisa que informatização!

Com a automação de serviços, funcionários e fornecedores conseguem simplificar etapas, processos e práticas diárias nos negócios. Os resultados não tardam a aparecer: mais produtividade, mais tempo para o cenário em que atua e mais oportunidades para investir em novas estratégias corporativas. Além de uma taxa de eficiência mais alta em todas as etapas do seu negócio.

Métodos utilizados para automatizar os processos (compras, vendas, controle de estoques, cadastro de clientes, consultas etc.) fazem parte da automação de serviços e em outras áreas de negócios, fazendo com que esses processos manuais se tornem mais mecanizados e rápidos.

Informação é fundamental no processo de automação.

Muitos empreendedores acreditam que a automação de uma empresa está relacionada apenas à aquisição de software ou equipamentos de informática. Mas nem sempre é assim. O processo de automação inicia-se pelo mapeamento e organização de cada modelo de negócio, implica na adoção de uma cultura de gerenciamento.

A falta de informação sobre o assunto pode se transformar em prejuízo a médio prazo, tendo em vista que a instalação ou renovação de informática custa caro.

Para entender a diferença, lembre-se que o computador, sozinho, não irá melhorar o seu atendimento ou agilizar o seu fluxo de caixa, ou controlar o seu estoque, por exemplo.

Para operacionalizar este processo e o fluxo organizacional, o computador é apenas uma ferramenta e, como tal, precisará ser operado por pessoas capacitadas, uma vez que cada modelo de negócio exigirá um conjunto de mudanças e regras, impactando a cultura organizacional. Capacitação é fundamental nesse processo de mudanças.

Ao equipar ou renovar uma empresa sem maquinário com computadores para o trabalho, você promove a informatização do seu negócio, mas não necessariamente a automação dos serviços. Em outras palavras, a informatização das empresas faz parte de um processo maior de automação dos serviços, onde dados são transformados em informações valiosas.

A automação dos serviços pode ser feita, inclusive, com a sua atual infraestrutura. E a depender do serviço em que o empreendedor atue, às vezes nem é preciso um computador – mas apenas uma máquina específica, como é o caso das registradoras, impressoras industriais e similares.

Automação na prática

Empresas de serviços, geralmente, precisam de funcionários para executar funções. Com a automação, cria-se um sistema automático de controle pelo qual os mecanismos verificam seu próprio funcionamento, efetuando medições e introduzindo correções, sem a necessidade de interferência humana.

A transição de caixas bancários para os caixas eletrônicos, iniciada na década de 1980 no Brasil e hoje amplamente adotada, é um dos melhores exemplos de automação de serviços. Há várias outras opções no setor de serviços, em geral seguindo o conceito de automatizar um processo que antes era feito por funcionários. Por exemplo:

  • Sistema de controle de reservas e agendamento.
  • Transferências automáticas de recursos, fundos ou bonificações.
  • Terminais de ponto de venda.
  • Cabines fotográficas automáticas.
  • Monitoramento de temperaturas ou condições ideais.

Fonte: SEBRAE

Adquira a melhor solução para automação comercial do mercado

Para ter sucesso nos negócios você precisa de uma solução certa para seu ramo de atividade, pensando nisso foi desenvolvido várias soluções para cada setor do mercado!

São soluções baseadas na computação em nuvem, onde você pode acessar as informações e trabalhar de onde quiser sem a necessidade de estar presente no seu local de trabalho. Assim facilitando seu controle sobre seus negócios a qualquer momento mesmo quando estiver viajando…

Nossas soluções são indicadas para vários tipos de negócios, empresas e empreendedores. São soluções modulares que você escolhe de acordo com suas necessidades, ou seja, você não precisa contratar um pacote fechado com várias funcionalidades e utilizar poucas. Com nossas soluções web você contrata e utiliza apenas o que precisar!

Atendemos vários seguimentos ao longo de mais de 20 anos de mercado

Oferecemos soluções e suporte especializados para comerciantes, lojistas, varejistas, restaurantes, delivery, postos de combustíveis e lojas de conveniências, franquias, quiosques, food trucks, pizzarias, pet shops entre muitos outros, além de oferecer integração com o Mercado Livre, iFood etc.

Conheça também os serviços de vendas on-line por meio do desenvolvimento de lojas virtuais, onde você irá vender seus produtos na internet e ainda ter o seu e-commerce totalmente integrado com a ferramenta de gestão da sua loja física.

Entre em contato e saiba qual é a melhor solução para o sucesso do seu negócio!

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Você vende no Mercado Livre e precisa emitir nota fiscal?

Então você já deve saber que é obrigatória a emissão de nota fiscal quando vende seu produto no Mercado Livre!

Nesse post você vai saber o que é preciso para emitir nota fiscal e onde encontrar a melhor solução para realizar esse processo.

Muitas vezes os empreendedores que iniciam no ramo de vendas on-line começam no Mercado Livre, mas desconhecem as obrigações desta ferramenta de comércio eletrônico. Uma delas é a exigência de nota fiscal para que seja realizada a entrega do produto vendido.

Sim, a emissão da nota fiscal é obrigatória!

Apesar de ser comércio eletrônico com uma forma simplificada, as questões fiscais e tributárias são obrigatórias, afinal você está vendendo um produto para seu cliente. Dessa maneira você evita problemas com a Receita Federal e garante para sua empresa e para o consumidor segurança nas transações. Mesmo porque o uso de um site de comércio eletrônico de terceiro não isenta você e sua empresa das responsabilidades fiscais e tributárias quando vende seus produtos.

Sim, é obrigatória a emissão da nota fiscal em todas as postagens realizadas nas agências dos Correios. Saiba mais como adquirir uma solução para emitir sua nota fiscal de acordo com a legislação!

Saiba como emitir nota fiscal!

Garanta a segurança no processo de venda dos seus produtos. A NFe (Nota Fiscal Eletrônica) é uma forma simplificada e segura para emitir suas notas fiscais. Para começar a emitir nota fiscal eletrônica basta seguir 4 passos simples:

1 – Ter um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), que pode ser inicialmente o MEI (Microempreendedor Individual), sem custos para emissão de notas;

2 – Adquirir um certificado digital (e-CNPJ), o que garantirá segurança nas vendas;

3 – Cadastro realizado no site da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) em seu estado;

4 – Emitir a nota fiscal de forma individual pelo site da prefeitura – Secretaria da Fazenda – ou escolher um emissor de nota fiscal eletrônica automatizado.

No entanto, os Correios podem exigir do remetente do Mercado Livre apenas a DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) e não o aquivo XML de fato, assim facilitando o trabalho do empreendedor.

Temos a solução ideal para emitir sua nota fiscal eletrônica

Para facilitar o processo de emissão de nota fiscal eletrônica para vendas no Mercado Livre, temos a solução ideal e integrada para facilitar e agilizar suas vendas.

Quem utiliza o Mercado Livre e envia muitos pedidos, não tem tempo para emitir nota fiscal manualmente. Por isso temos uma solução que facilita o processo de vendas e garantir que o foco do empreendedor seja apenas nas vendas.

A integração do sistema de emissão de nota fiscal eletrônica com o Mercado Livre deixa a vida do comerciante ainda mais fácil. Além de emitir a nota fiscal com segurança e rapidez o empreendedor pode controlar seu estoque, finanças, vendas e muito mais e de qualquer lugar e horário com essa ferramenta 100% on-line.

Em poucos cliques você emite a nota fiscal e seu cliente recebe o produto com a nota fiscal impressa com todas as garantias expressas nas leis e o comerciante além de atender a lei vai desfrutar de um sistema completo com todas as facilidades para gerenciar sua empresa, contando ainda com suporte especializado para solucionar qualquer dúvida.

Então não perca tempo e agende logo uma visita com um dos nossos representantes para tirar qualquer dúvida e continuar vendendo seus produtos de acordo com as exigências da legislação.

Atendimento: (11) 2989-5006 / 3508-3100

Você sabe da importância do Ponto de Venda (PDV)?

Em qualquer comércio o grande e principal objetivo é vender, tornando o PDV o local mais importante do comércio!

Sendo assim os processos essenciais deste local nunca podem parar, ou seja, a emissão de cupons fiscais, recebimentos de pagamentos e o sistema gestor do ponto de venda precisam estar sempre funcionando da melhor forma possível. Caso parem, o prejuízo do comércio será com certeza muito significativo!

Para que isso não aconteça, é importante ter em funcionamento um ótimo software de PDV (Ponto de Venda) funcionando de acordo com as necessidades do comércio.

Primeiros passos para instalar um PDV em seu comércio.

Primeiramente deve-se escolher um sistema de automação confiável de uma empresa sólida no mercado, com soluções para todos os setores da empresa e suporte especializado.

O próximo passo é conhecer o sistema de automação em todos os seus detalhes visitando o site da empresa, marcando uma visita com um representante da empresa ou visitando a empresa pessoalmente.

Tudo isso é de extrema importância para que o comércio tenha uma solução de automação dos processos do ponto de venda capaz de fornecer um bom funcionamento na hora da venda ao cliente. Os processos devem ser rápidos para satisfazer o cliente e aumentarem os números de vendas no comércio.

Solução para PDV (Ponto de Venda) integrada com outros setores da empresa

Um bom sistema de PDV oferece também a integração entre outros processos do seu comércio, o qual você controla o setor financeiro, vendas, estoque, compras, relatórios, estatísticas entre outros. Os processos integrados evitam erros na transmissão de dados, garantem segurança e agilidade no desempenho diário da empresa. O processo de venda começa no momento do pedido do produto, por isso a integração dos processos é tão importante. A concretização da venda é a ultima fase do processo de venda, por isso é importante que todos os processos sejam realizados com eficiência para evitar qualquer tipo de erro que afete a decisão de compra do cliente.

As facilidades e vantagens de um sistema web.

Pensando no conforto de nossos clientes, desenvolvemos um sistema que atenderá suas necessidades mesmo quando estiver longe do seu negócio.
Isto mesmo! Acesse e controle seus negócios à distância com toda segurança e confiabilidade que um sistema web oferece. Por meio de login e senha você trabalha de qualquer lugar do mundo como se estivesse em seu local de trabalho. Assim são os sistemas Atende Smart!

Invista em uma solução que atenda sua necessidade

O processo de venda é extremamente importante, por isso o investimento certo é necessário para que a satisfação do cliente e do comércio seja perfeita.

A escolha de um bom equipamento associado a um bom sistema de PDV (Ponto de Venda) integrado aos processos de gestão da empresa é de suma importância para o sucesso do negócio. Equipamentos como impressora fiscal, scanner e computador de qualidade são importantes para o bom desempenho e gestão da empresa, além de outros equipamentos próprios para o setor.

Equipamento certo para atender os requisitos do sistema

Quando o cliente adquire os sistemas Atende Smart, é importante que obtenha os melhores equipamentos para um melhor funcionamento do sistema implantado.
Por esta razão oferecemos aos nossos clientes a vantagem de adquirir equipamentos de marcas consagradas e configuradas para atender os requisitos do sistema.

Ligue agora mesmo para tirar qualquer dúvida ou agendar uma visita com um de nossos representantes:

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vendas@atendesmart.com.br

Nota Fiscal Eletrônica – NFe

​A Nota Fiscal Eletrônica é um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do documento eletrônico, antes da ocorrência do Fato Gerador.

Finalidade: alteração da sistemática atual de emissão da nota fiscal em papel Modelo 1 ou 1A, por nota fiscal eletrônica com validade jurídica para todos os fins.

Obrigatoriedade de emissão de NF-e para SIMPLES Nacional

Desde 01/10/2018, as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte que forem optantes do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições “Simples Nacional” são obrigadas a emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A.

Base Legal: Art. 7º, inciso VII, Portaria CAT-162/2008 (Inciso acrescentado pela Portaria CAT-36/2018). Fonte: https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/nfe/Paginas/Sobre.aspx – adaptado.

Agora que já sabe o que é NFe e sua obrigatoriedade, você já pode atender a legislação de forma correta e simples!

Com a solução Small Business NFe do sistema Atende Smart você atende a legislação sem se preocupar em vender e ter problemas para emitir uma nota fiscal eletrônica.

Com o Small Business NFe você tem um sistema atualizado, que se adequa com todas as legislações sem prejudicar você na hora de vender e emitir uma nota. Com um sistema que sempre tem atualizações, o seu comércio nunca será prejudicado.

Deixe seu estabelecimento adequado com a Secretária da Fazenda

É um sistema muito vantajoso em relação ao software da SEFAZ, deixando seu estabelecimento adequado com a secretaria. Usando a solução Small Business para emitir NFe você tem muito mais vantagem e não é só para você, mas também para os seus funcionários e seus clientes, pois é um sistema rápido, fácil e prático!

Controle todos os setores da sua empresa em um único sistema

Com o Small Business NFe as funcionalidades de sua empresa ficam melhores!
O sistema ajuda a sua empresa a crescer utilizando diversos recursos para você ter um controle melhor de diversas áreas como financeiro, suporte entre outras. Tudo para o crescimento e bom desempenho da empresa.

Agora que já sabe mais sobre a emissão de NFe, sua obrigatoriedade e onde encontrar a solução para seus estabelecimento, só precisa entrar em contato com nosso setor comercial para tirar qualquer dúvida e agendar uma visita com um de nossos consultores.

Acesse o site ou ligue agora mesmo e deixe sua empresa adequada conforme exige a legislação!

Atendimento: (11) 2989-5006 / 3508-3100

Atendimento somete via WhatsApp: (11) 98499-7819 

Saiba mais sobre ERP

Conhecer um sistema integrado de gestão, conhecido como ERP é essencial a todos os profissionais que trabalham em empresas. A padronização de processos e organização de informações é fundamental para se entender as operações empresariais.

Mas o que de fato significa um sistema de gestão ERP? 

Na prática ele é um software corporativo, que tem como principal finalidade oferecer um suporte para que as empresas possam ter controle total de suas informações. Com ele o usuário pode integrar e gerenciar dados, recursos e processos para que desse modo, as empresas tenham maior assertividade na tomada de decisão e sucesso nos negócios.

O software foi pensado para tornar mais simples os processos operacionais de uma empresa. Ele é capaz de agregar inteligência, segurança e qualidade para as informações, integrando diferentes departamentos. Desse modo, a partir de determinada necessidade, é possível poupar tempo já que a ferramenta consegue realizar a automatização das atividades. 

Para o setor de varejo, por exemplo, o software pode garantir o controle de estoque, de custos, de prazos, e inclusive o controle de pessoal, que pode ser utilizado em qualquer área de negócio independentemente do tamanho da empresa.

Com o avanço das tecnologias, as formas de gerir também foram sofrendo alterações e tiveram que se adaptar a um novo cenário. Atualmente existem diversos tipos de ERP disponíveis no mercado. Embora conhecer os tipos seja importante para que a empresa saiba qual escolher, inicialmente é preciso de fato olhar para dentro da instituição e compreender quais são as demandas de maior importância, para que a partir daí, a busca se torne mais efetiva.

O que é ERP (Enterprise Resource Planning)?

ERP, é uma sigla em Inglês que significa Enterprise Resource Planning , que nada mais é, em português que; Planejamento dos Recursos da Empresa e também conhecido como sistema integrado de gestão..

Então com base em toda a explicação acima, podemos entender que o software de gestão é um sistema de informática responsável por cuidar de todas as operações diárias de uma empresa, desde o Faturamento até o balanço contábil, de Compras a fluxo de caixa, recursos humanos, vendas, finanças, geração de nota fiscal, de apuração de impostos a Administração de Pessoal, de inventário de estoque às contas a receber, do ponto dos funcionários a controle do maquinário da fábrica, enfim, todo o trabalho administrativo e operacional feito numa empresa.

Que permita entender melhor a gestão da empresa, com todas as informações estratégicas que permitem aumentar a eficiência tornando em tempo real a tomada de decisão assertiva.

Como é dividido um software ERP?

De forma simples, um software ERP em sua maioria é dividido em 3 camadas;

  • Nesta camada temos o software ERP com as suas funcionalidades, processos, cadastros (formulários divido em campos) e demais dados necessários para a operação da empresa;
  • Os dados gerados na camada Aplicação devem ser armazenados de forma lógica no Banco de Dados (Possivelmente algum software ERP tenha que acessar o Banco de Dados por um mecanismo de conexão, não sendo uma conexão nativa);
  • Todo software ERP deve ter uma camada onde é possível configurar/parametrizar o sistema e também customizar/personalizar o ERP, para isso é necessário uma camada de construção de novo código-fonte e sua compilação, para que assim, estas novas funcionalidades desenvolvidas, fora do ERP padrão, estejam disponíveis na aplicação;

Não estamos tratando aqui da camada do Sistema Operacional, essencial para que o ERP seja executado, que para a empresa é essencial.

Por que o software ERP é modular?

Na sua maioria o software ERP é dividido por Módulos. Os Módulos refletem 2 Visões;

ERP e modular

Visão Departamental: Módulo Contábil, Financeiro, Compras, Faturamento, Estoque entre outros, com esta visão é possível manter os processos de cada departamento dentro do mesma tela, facilitando a vida dos usuários e o controle sobre eles, pois não teremos pessoas não envolvidas com o processo de folha de pagamento acessando este tipo de informação, nem funcionários da produção com acesso a lançamentos contábeis.

Visão por Segmento: Avaliando os segmentos das empresas, claramente temos a ciência que cada uma tem suas particularidades, e neste caso, a visão departamental atende a especificações gerais, mas são necessários módulos para atender unicamente algum processo do segmento, por exemplo, uma empresa de Plano de Saúde tem um processo específico que visa atender apenas as suas atividades, diferente de uma empresa de comércio exterior que terá que executar processos de despachos aduanas, por exemplo, neste caso podemos ter módulos específicos para segmentos de mercado, chamados Verticais.

Os Módulos com a visão departamental visam suportar módulos Verticais na execução das rotinas padrões e que pouco muda de empresa para empresa, como Contabilidade, Contas a Pagar e Receber, por exemplo.

Mesmo o ERP sendo dividido por Módulos, os seus dados são armazenados de forma única, independente do módulo que acessará.

Qual o objetivo do ERP?

O ERP tem como objetivo organizar o trabalho numa empresa.

Um ERP registra informações referentes a clientes, fornecedores, funcionários, produtos, vendas, compras, pagamento, impostos entre outras.

Objetivos com ERP

A forma como estes registros se “conversam” faz parte do desenho de processos do ERP, é neste momento que o ERP tem a função de ser um integrador de processos com base nas regras de negócios e definições parametrizadas pela empresa.

Claro que o ERP faz muito mais pela empresa, ele mantém todos os dados registrados e com base nestes dados é possível trabalhamos informações mais abrangentes e refinadas, tais como; “Qual nosso produto mais vendido, Quem é o melhor cliente da empresa, Qual época do ano mais se vende determinado produto, Qual a margem do meu produto” com o registro correto dos dados temos informações importantes sobre o negócio, aumentando a competitividade no mercado. 

Com base no exposto acima, o ERP organiza o trabalho na empresa aplicando regras de negócios e parâmetros definidos para atender os processos e tarefas diárias feitas pelos funcionários das empresas.

ERP personalizado ou pré-projetado

O Dependendo do tamanho, a empresa pode optar por instalar um ERP personalizado, capaz de atender às necessidades mais pontuais da instituição. 

Esses tipos de programas possuem funcionalidades específicas que podem ser sugeridas pela empresa em questão. Contudo, o custo dessas aplicações pode ser alto, portanto, a maioria das pequenas e médias empresas tendem a optar por soluções padrão ou pré-projetadas. 

Neste caso, encontrar um fornecedor que atenda às necessidades da empresa se torna uma tarefa mais complexa, e o período de adaptação pode ser estendido consideravelmente. 

É importante destacar que existem soluções pré-definidas que possuem uma estrutura modular, de modo que o usuário possa adicionar ou remover funções de acordo com suas preferências. Portanto, é importante que o usuário analise as diferentes opções disponíveis, para que possa encontrar a que melhor atende às necessidades da empresa.

ERP Local ou ERP na nuvem , ou em ERP em cloud

O Ao implementar uma ferramenta de gerenciamento, esse é um dos pontos que toda empresa deve ter em mente. Os ERPs podem ser agrupados entre o modo de hospedagem no servidor local ou na nuvem. 

A diferença entre eles é que as soluções locais limitam o uso de software no dispositivo em que for instalada, enquanto o modo Cloud, possibilita acesso ao programa de qualquer lugar e a qualquer momento, por meio de qualquer dispositivo com conexão à internet. 

Por outro lado, ao hospedar um software na nuvem, é preciso saber que as informações serão armazenadas nos servidores em nuvem do provedor e não nos da empresa. Fato que acaba refletindo em uma grande economia de espaço. 

Da mesma forma, as soluções em Cloud permitem que o usuário faça cópias de backup dos dados automaticamente, o assegurando assim, a proteção das informações e sua recuperação em todos os momentos. 

Para escolher entre as duas modalidades, é importante que a companhia se pergunte se tem a necessidade de acessar dados de qualquer lugar e se a segurança das informações é uma prioridade para você. Nesse caso, o ideal é que você opte por um ERP Cloud. No entanto, se você preferir controlar os dados, talvez prefira um software local.

Como o software ERP é utilizado atualmente nas empresas?

Segundo pesquisas realizadas pelo Aberdeen Group (consultoria americana) estima-se que apenas 27,6% das funcionalidades disponíveis no software ERP são utilizadas.

Ou seja, podemos afirmar com base na pesquisa acima que 73,4% das funcionalidades de um sistema integrado de gestão não são utilizadas.

Atualmente no Brasil e na América Latina, o ERP é utilizado de forma simples , ou seja, muitas funcionalidades e rotinas não são utilizadas, por desconhecimento ou dificuldade de organização interna das empresas.

A maturidade de gestão das empresas com o ERP ainda é tímida e com foco principal em processos básicos de organização, ainda assim nestes processos, com alto índice de retrabalho e não-confiabilidade dos dados gerados.

Um dos maiores percalços para que as empresas utilizem o ERP de forma mais ampla e com maiores resultados é a correta operacionalização dos processos básicos, processos geradores de dados, como por exemplo; a entrada e saída de matéria-prima do estoque, se este processo estiver rodando de forma eficaz, a acuracidade da quantidade em estoque no momento do inventário seria altíssima, por exemplo; o sistema informa que temos 100 peças e na contagem física confere-se que temos 100 peças mesmo, com base em informações corretas, podemos;

  • Comprar matéria-prima com base na avaliação da média de consumo;
  • Calcular a curva ABC de matéria-prima;
  • Calcular a quantidade de estoque de segurança entre outros;

E no momento do reabastecimento teríamos a tranquilidade sobre a quantidade a ser comprada é realmente a necessária, evitando assim, desembolsos financeiros desnecessários.

Quais os principais benefícios atingidos pelas empresas com a utilização do ERP?

Os principais benefícios que as empresas têm com implantações bem-sucedidas de ERP são os seguintes;

 Benefícios TangíveisOcorrência
 Redução de estoques32%
 Redução de Pessoal27%
 Aumento de Produtividade26%
 Redução no tempo de ciclo de Ordens20%
 Redução de tempo de ciclo de fechamento contábil/financeiro19%
 Redução de Custos de TI14%
 Melhoria em processos de suprimentos12%
 Melhorias na gestão de caixas11%
 Aumento em receitas / Lucros11%
 Melhoria em Transportes / Logística9%
 Melhorias em processos de manutenção7%
 Entrega no Prazo6%

Fonte: Colangelo Filho (2001, p.53) 

Satisfação das empresas atualmente com o uso do ERP 

Com base na pesquisa Panorama do Mercado de ERP no Brasil, feita pelo Portal ERP, em 20190, as empresas de forma geral estão satisfeitas com seus sistemas de gestão, com aproximadamente 10% das empresas avaliando a mudança ou substituição do seus software.

Fonte: Portal ERP – Texto adaptado

Quer saber mais sobre ERP? Agende uma visita com um de nossos representantes, ligue para (11) 2989-5006 / 3508-3100

Você sabe o que é o SAT?

O projeto SAT-CF-e (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos) tem por objetivo documentar, de forma eletrônica, as operações comerciais do varejo dos contribuintes do Estado de São Paulo, em substituição aos atuais equipamentos ECF (Emissor de Cupom Fiscal). É um novo modelo de documento fiscal eletrônico, o Cupom Fiscal Eletrônico – SAT (CF-e-SAT), aderente ao modelo da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Um novo padrão de equipamento de baixo custo, o SAT, para gerar, autenticar com validade jurídica e transmitir, via Internet, os CF-e-SAT emitidos pelos estabelecimentos comerciais.

O projeto possibilitará aos consumidores localizar o documento fiscal no programa da Nota Fiscal Paulista num prazo menor do que o praticado atualmente, além de simplificar as obrigações acessórias dos estabelecimentos varejistas.

Saiba o que é o CF-e-SAT – Cupom Fiscal Eletrônico do SAT.

O CF-e-SAT, modelo 59, é um documento fiscal eletrônico (xml), emitido, armazenado e transmitido automaticamente pelo equipamento SAT, de existência apenas digital, documenta operações de circulação de mercadorias no varejo. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital feita pelo equipamento SAT por meio do seu Certificado Digital.

Como o CF-e-SAT só existe na forma eletrônica (xml), o consumidor receberá como comprovante de sua aquisição, o chamado Extrato do CF-e-SAT, que poderá ser consultado diretamente no site da SEFAZ.

O que você ganha com a utilização do equipamento SAT.

Os principais benefícios para o contribuinte ao usar o equipamento SAT são a redução de custos e a simplificação de obrigações acessórias. Além disso, o contribuinte contará com um documento dotado de validade jurídica pela Medida Provisória 2.200, dando garantia de autenticidade e integridade nos documentos eletrônicos emitidos pelo equipamento SAT.

Equipamento SAT, saiba o que é!

O equipamento SAT gera e autentica, por meio de Certificado Digital próprio, o Cupom Fiscal Eletrônico – SAT (CF-e-SAT) e transmite periódica e automaticamente à Secretaria da Fazenda (SEFAZ), via Internet. O SAT não possui impressora fiscal, nem impressora integrada à ele.

Além do SAT o que mais é necessário ter no seus estabelecimento comercial.

Além do equipamento SAT é necessário: Equipamento de processamento de dados com porta USB (normalmente um microcomputador); Aplicativo Comercial (AC) compatível com utilização com o equipamento SAT; Rede local com acesso à Internet; Impressora comum (não fiscal), podendo ser compartilhada entre diferentes SAT. Vale lembrar que, para utilização do atual equipamento ECF, já é necessário dispor de um equipamento de processamento de dados. Com relação à impressora, qualquer impressora comum pode ser utilizada, de bobina contínua ou de folhas soltas, térmica, laser, jato de tinta ou outra tecnologia .

Quer mais informações sobre como adquirir o Equipamento SAT e o Sistema para adequar sua empresa conforme a legislação?

Ligue para (11) 2989-5006 / 3508-3100

Ou acesse: Atende Smart SAT