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Tendências e dicas de inovação para panificadoras e confeitarias

Tendências e dicas de inovação para panificadoras e confeitarias

Novas práticas levam em consideração o uso racional dos recursos e as demandas dos clientes, que buscam produtos diversificados e saudáveis.

Cozido, Pão, Rolos, Frescos, Saudável, Levedura

Empresários do setor de panificação e confeitaria devem ficar atentos às novas exigências de mercado, para que possam atender às demandas dos clientes e se destacar pela qualidade dos produtos, característica que atrai e fideliza os consumidores.

O setor passou por uma série de transformações e evoluções. Novos maquinários, diversificação da oferta de produtos e implementação de formas mais eficientes de gestão são mudanças que tiveram impacto positivo.

Confira a seguir algumas tendências para você aperfeiçoar ainda mais o seu negócio.

 Produtos

O pãozinho continua sendo o alimento mais procurado nas padarias, mas o mix de produtos se expandiu bastante em decorrência das novas rotinas alimentares.

Uma demanda crescente tem sido a de pães e bolos integrais, feitos com produtos mais saudáveis, com menor quantidade de sódio, açúcar e gorduras saturadas.

Então, uma boa prática é complementar os produtos tradicionais com essas novas receitas, a fim de atrair maior número de consumidores.

Essas ações simples são muito importantes para que o empresário destaque-se ante a concorrência e desponte no mercado.

Produtos especiais

Padarias e confeitarias devem oferecer, ainda, produtos adequados para quem precisa de dietas especiais, como pães e bolos sem glúten e sem lactose, sem açúcar para os diabéticos e sem gordura para atender os clientes em dieta de emagrecimento ou que precisam controlar o colesterol. É importante ressaltar que, para atender consumidores com intolerâncias ou alergias alimentares, é fundamental adotar uma série de cuidados específicos para eliminar qualquer risco de apresentar os ingredientes em questão.

Outra tendência que tem conquistado público crescente é a de refeições pré-prontas, que o cliente finaliza em casa, a exemplo de pizzas, sanduíches, massas e assados.

Além disso, o empresário pode oferecer produtos de forma fracionada, considerando as novas configurações familiares no Brasil, para atender as pequenas famílias e os clientes que moram sozinhos.

Embalagens

As embalagens também modificaram-se, principalmente para atender às exigências de conservação dos alimentos com higiene, garantindo a qualidade dos produtos.

A obrigatoriedade das datas de fabricação e do prazo de validade foi outra norma que trouxe mais segurança para os consumidores.

O design das embalagens precisa ser funcional e atrativo. Além disso, elas devem ser produzidas com materiais recicláveis e que não agridem o meio ambiente.

Processos e equipamentos

Ao longo das décadas, o tradicional forno a lenha foi gradativamente substituído por equipamentos a gás ou elétricos. Essa foi uma das principais mudanças no setor de panificação e confeitaria, mas não a única.

Os maquinários utilizados em todas as etapas de produção foram modernizados: balanças, batedeiras, liquidificadores, refrigeradores, estufas etc. Tudo isso para garantir a agilidade, segurança e qualidade nos processos.

Além disso, os novos equipamentos têm melhor eficiência energética, o que ajuda na redução de custos.

Os processos de gestão foram aperfeiçoados, com a adoção da produção em cadeia, o que favorece a organização do tempo e o controle dos produtos e do estoque.

Padronização e práticas sustentáveis

A padronização de produtos também é outro fator que apresenta impacto positivo, pois tem como resultado maior controle da produção, proporcionando a economia de insumos e de tempo.

As novas rotinas também levam em conta o rigoroso controle de qualidade, de higiene e de uso racional dos recursos, evitando o desperdício.

Por isso, é fundamental a adoção de práticas sustentáveis, com a economia de recursos hídricos, energéticos e das matérias-primas utilizadas.

Descarte de resíduos

Outro fator importante é o descarte dos resíduos, principalmente os que apresentam maior perecibilidade.

Os rejeitos orgânicos devem ser descartados em embalagens vedadas, evitando a proliferação de insetos e roedores.

A adoção de práticas de coleta seletiva também deve ser observada.


Design do ambiente

Outro ponto de grande mudança nas padarias e confeitarias foi o de design de loja.

Os espaços internos estão mais atrativos: as vitrines e balcões ganharam novos formatos e tornaram-se funcionais de tal maneira que o próprio cliente pode selecionar os alimentos desejados.

A boa experiência de consumo

Os clientes querem desfrutar de espaços bem iluminados, arejados e com boas condições de acomodação para fazer uma refeição ou tomar um café.

Os estabelecimentos que desejam se manter competitivos precisam se adequar a esse novo padrão, organizando os espaços internos de modo que o cliente possa encontrar os produtos de forma intuitiva, situando-o com sinalização adequada.

Fonte: Sebrae

Soluções para gerenciamento da sua padaria e confeitaria

Como viu acima as padarias estão cada dia mais modernas e sempre em evolução, assim para que seu negócio esteja sintonizado a essas inovações é preciso uma solução para acompanhar as novidades.

Conheça as nossas soluções para administrar sua padaria de forma on-line a qualquer momento e de qualquer lugar, utilizando seu dispositivo conectado à internet.

Nossas soluções são desenvolvidas para ajudar o empresário a atingir o tão sonhado sucesso empresarial, proporcionando o controle sobre a gestão do seu negócio como controle de vendas, compras, setor financeiro, estoque, produção etc. Verificar relatórios baseados nas informações alimentas no sistema, integração com aplicativos de pedidos on-line, além da opção de ter seu próprio aplicativo de pedidos on-line totalmente personalizado para maior fidelização dos seus clientes.

Então não perca mais tempo e entre em contato agora mesmo com nossa equipe de vendas e agende uma visita para saber mais sobre nossas soluções que vão ajudar seus negócios a ser um sucesso!

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Saiba como montar uma loja de materiais de construção

Saiba como planejar e organizar o seu empreendimento e ter sucesso.

A loja de materiais de construção é um empreendimento que se dedica a comercializar materiais utilizados desde o básico das construções, como cimento e brita, até os detalhes finais da construção, como porcelanatos e cerâmicas. 

Por isso, o empreendedor que pretende investir neste mercado, precisa ter disponível para pronta entrega uma variedade de produtos e saber como atender bem os seus clientes, organizar e expor seus produtos para que seu estabelecimento seja considerado de sucesso.

O Sebrae apresenta algumas dicas de como organizar e montar seu estabelecimento, fornecendo informações e orientações sobre planejamento, estrutura e funcionamento do empreendimento.

Planejamento

Primeiramente, o empreendedor que pretende abrir um novo negócio precisa elaborar um plano de negócios. Ele ajuda a planejar e determinar quais são os passos que precisam ser tomados para alcançar seu objetivo.

Entre as decisões do plano, está a do seu público-alvo. É importante definir a localização de sua loja, de forma que aproxime você de seus clientes. Estabelecer o seu empreendimento em um bairro que possui muitas casas em construção, por exemplo, é um bom caminho para faturar.

Depois, é importante que o produto oferecido atenda às necessidades do seu público. Isso, posteriormente, pode sofrer alterações. Seus principais clientes serão aqueles localizados próximo ao seu empreendimento, logo não procurarão sempre pela mesma variedade de produtos. É preciso estar atento às mudanças de gostos e preferências.

Observe também qual o nicho de clientes de seus concorrentes. Quem é o público-alvo? O melhor perfil de cliente para você é aquele que a sua concorrência não atende.

Estrutura da loja

Um boa loja de material de construção tem em média 400m². Porém, desta área, apenas 25% são para exposição de produtos e 60% devem ser reservados para o depósito de materiais. O restante deve ser dividido entre a administração, banheiros, copa para os funcionários e área para descarga de materiais.

A área de atendimento deve ser bem planejada, a fim de expor os produtos, mas sem prejudicar a mobilidade dos clientes.

O ideal é que o espaço seja bem ventilado e iluminado e as mercadorias expostas de maneira que favoreçam a beleza. Evite “entulhar” mercadorias para não poluir a visão do ambiente.

Para montar sua loja, sugere-se que ela seja equipada com um balcão, gôndolas, telefone, computador, fax, mesa, cadeiras e armários, além de prateleiras e pallets fortes para o depósito, para aguentar o peso das caixas de materiais.

Também é necessária a compra de um veículo médio ou de grande porte para a entrega de materiais. A compra de equipamentos deve ser feita de acordo com a necessidade do estabelecimento e a quantidade de caixa disponível.

As mercadorias podem ser adquiridas pelo telefone ou pessoalmente na loja. O empreendedor precisa estar atento à comodidade dos clientes. Veja mais opções no final do texto.

Nesse tipo de varejo, o cliente geralmente prefere escolher e avaliar suas opções sozinho, entretanto, os vendedores precisam estar por perto e prontos para ajudar quando solicitado.

Organize os produtos de forma que preços e promoções estejam bem visíveis, além de separar as mercadorias por setores para ajudar os clientes a se localizarem rapidamente.

Certifique-se também de sempre repor o que for retirado da loja, fiscalizar gôndolas e prateleiras para que nunca fiquem vazias.

Panorama do setor

De acordo com dados divulgados pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) em 2014, existem cerca de 137 mil lojas de materiais de construção no Brasil. Destas, 36% vendem o básico e 23% vendem de tudo. O restante fica dividido entre material elétrico (11%), revestimento cerâmico (8%), materiais de pintura (8%), material hidráulico (6%), ferragens (3%) e outros (5%).

A pesquisa ainda revela, que dentre as pequenas e médias empresas do setor, 79% possuem mais do que 10 anos de existência, além de 26% delas possuírem filiais, característica geralmente atribuída às grandes empresas. O que torna o mercado bastante promissor para quem quer começar.

Fonte: Artigo produzido pela Avante Brasil com informações da publicação do Sebrae: Ideias de Negócio – Como montar uma loja de materiais de construção.

Agora você já pode saber como gerenciar tudo isso!

Com a correria do dia a dia é preciso uma solução para ajudar no processo de gerenciamento do novo negócio. Por essa razão trazemos a ferramenta ideal para que você tenha total controle da sua empresa com soluções simples e eficientes.

Desde a abertura do seu depósito de material para construção você já precisa estar em conformidade com a legislação, ou seja, deve emitir cupom fiscal ao seus clientes. E para isso contamos com soluções específicas para o seguimento de materiais de construção que vão desde o PDV (Ponto de Venda), ERP (Solução de gerenciamento empresarial) até Lojas Virtuais que ajudarão seus negócios gerarem mais lucros com seus produtos vendidos na internet.

O PDV (Ponto de Venda) é essencial para agilizar a venda ao cliente, um solução prática e rápida para que seus cliente seja atendido de maneira satisfatória sem aguardar por muito tempo em longas filas.

E sistema de gerenciamento empresarial (ERP) proporciona o controle total dos processos realizados no seu negócio, ou seja, por meio dessa ferramenta você controla todo seu estoque, entrada e saída de mercadorias, compras, vendas, setor financeiro, tem relatórios para analisar o andamento da sua empresa além de muitas outras funcionalidades que facilitam e ajudam no crescimento e sucesso da empresa. Tudo isso baseado em computação em nuvem, ou seja, todas as informações são armazenadas em um servidor remoto e seguro para que você consiga acessar e trabalhar de qualquer lugar e horário sem precisar estar no ambiente de trabalho, situação ideal para tirar aquelas merecidas férias sem abandonar a gestão dos negócios.

Ainda pode contar com as vendas on-line por meio da Loja Virtual integrada ao sistema de gerenciamento empresarial, onde seus clientes podem comprar os seus produtos e pagar com segurança tudo que comprar com cartões de débito, crédito, boleto bancário etc.

Como pode ver são soluções simples e necessárias para alcançar o sucesso esperado em seu novo negócio!

Acesse o nosso site e conheça mais sobre as soluções para sua empresa e agende uma visita com um de nossos consultores para esclarecer qualquer dúvida.

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Atenção na hora de comprar um equipamento SAT Fiscal

Alguns passos simples que vão ajudar você na hora de escolher o equipamento SAT Fiscal

Com o objetivo de tornar mais simples e mais transparente a administração tributária do Brasil, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e a Secretaria da Receita Federal do Brasil implementaram a nota fiscal ao consumidor eletrônica, conhecida como NFC-e. Em São Paulo, a NFC-e foi aprimorada e deu origem ao SAT-CF-e.

Abordaremos agora alguns passos importantes na hora de adquirir um equipamento SAT Fiscal.

O que é SAT?

É um projeto com o objetivo de documentar, de forma eletrônica, as operações comerciais do varejo dos contribuintes, em substituição aos atuais equipamentos ECF (Emissor de Cupom Fiscal). O SAT se tornou obrigatório em janeiro de 2017. Para que o estabelecimento se adeque as novas regras, o varejista precisa adquiri os seguintes equipamentos e software. Saiba Mais!

  • Equipamento SAT
  • Impressora Não Fiscal
  • Sistema de Gestão (ou apenas um software de frente de caixa)

Esteja atento a legislação SEFAZ-SP

A SEFAZ-SP (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo) é responsável pela arrecadação dos tributos estaduais, como o IPVA e ICMS, pela gestão financeira e controle da execução orçamentária da administração estadual.

O Equipamento SAT deve atender à portaria CAT 147, referente a emissão de cupons fiscais eletrônicos por meio do equipamento SAT que gera e autentica, por meio de Certificado Digital próprio, o Cupom Fiscal Eletrônico – SAT (CF-e-SAT) e transmite periódica e automaticamente à SEFAZ, via Internet.

Escolha uma empresa que já faça a homologação do equipamento. Clique Aqui!

Equipamentos de qualidade garantida

Desde que o uso do SAT Fiscal se tornou obrigatório, surgiram diversas marcas no mercado, porém existem diferenças entre as marcas no que diz respeito à durabilidade e suporte.

Por isso há empresas que trabalham com apenas uma ou duas marcas que garantem o suporte especializado, durabilidade e garantia.

Enviando o Cupom Fiscal Eletrônico ao sistema SEFAZ

Para realizar esse processo é preciso que o equipamento SAT esteja conectado à internet e aguardar a transmissão automática dos cupons. Se o equipamento estiver sempre conectado à internet, o envio será automático mas isso não quer dizer que deve ter uma internet exclusiva para o equipamento. Ou seja, o SAT pode compartilhar a internet com outros dispositivos e equipamentos na mesma rede do estabelecimento.

 O SAT deve registrar todas as vendas do seu estabelecimento e não pode ficar por nenhum momento inoperante.

As oscilações de energia, o mau uso do equipamento ou mesmo alguma atualização do sistema SEFAZ, podem fazer o seu SAT parar de funcionar. Nesse momento você precisará do auxílio do suporte técnico ou utilizar a garantia que o fabricante oferece. Fique atento à essa condição antes de realizar a compra, não deixe para lembrar quando já estiver precisando!

Suporte Técnico

Na hora de realizar a compra do SAT é preciso pensar nos passos necessários depois que o produto for entregue. O que devo fazer para começar a usá-lo? Como realizar a instalação do equipamento?

Todas essas dúvidas no início da utilização do equipamento podem ser sanadas pelo vendedor que acompanhou a sua compra e te auxiliou na escolha do melhor equipamento. Depois desse primeiro momento, outras dúvidas e dificuldades podem surgir, nesse momento você precisará de um suporte técnico.

Encontre a solução completa para atender seu estabelecimento

A empresa ControlP Sistemas conta com um suporte especializado para atender e dar o devido suporte aos clientes que adquirirem o equipamento SAT Fiscal, Sistema de Gestão e outros produtos oferecidos para automação comercial e outras soluções para todo tipo de comércio, varejo, indústria e muitos outros seguimentos.

A solução Atende Smart conta com uma variedade de soluções incorporadas num mesmo sistema on-line para atender a legislação e proporcionar a melhor experiência ao gerenciar sua empresa.

Entre em contato e conheça mais sobre nossas soluções, integrações e serviços para tornar sua empresa mais adequada às legislações, elevando sua empresa a um nível profissional que vai alavancar suas vendas, rapidez ao atender os seus clientes e aumentando seus lucros.

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MEIs são responsáveis pelo sustento de 1,7 milhão de famílias

Número faz parte da sexta edição da pesquisa “Perfil do MEI”, realizada anualmente pelo Sebrae

Ao ficar desempregada em 2016, a analista de sistemas Fabiana de Aquino Magalhães Ramalho, de 42 anos, foi buscar no empreendedorismo uma nova fonte de renda. Optou pelos bolos artesanais e hoje são eles que mantêm sua família com cinco pessoas, sendo três crianças. Começando do zero e sem experiência, hoje a empreendedora da zona norte da cidade de São Paulo tem faturamento anual próximo ao limite definido para o Microempreendedor Individual (MEI), de R$ 81 mil, e, por isso, já prevê que em 2019 migrará para a categoria Microempresa (ME), que coincidirá também com a transferência do negócio da cozinha de casa para um ponto comercial.

Fabiana é uma das 4,6 milhões de pessoas que têm na atividade empreendedora a única fonte de renda, e sua casa faz parte do grupo de 1,7 milhão de famílias que dependem apenas dos ganhos de um MEI. Os números compõem a sexta edição da pesquisa “Perfil do MEI”, realizada anualmente pelo Sebrae.

Neste ano se celebra uma década de lançamento da categoria que permite a formalização de diversos profissionais autônomos, muitos deles da área de alimentação, como Fabiana, mas que também inclui, entre outras atividades, estética e beleza, trabalhos criativos e, a mais recente delas, os motoristas de aplicativo.

Hoje, a maioria dos 8,6 milhões de MEIs considera como principal vantagem da formalização ter melhores condições de compras, mas boa parte deles também citou a possibilidade de fazer negócios com empresas, que é o caso de Fabiana. “A formalização ajuda a vender para empresas. Tenho clientes que não comprariam de mim se eu não emitisse nota fiscal”, conta.

Grande parte dos MEIs, 61%, optou pela formalização por conta dos benefícios de um registro formal da atividade, como a possibilidade de emitir notas e organizar melhor a atividade profissional, como a cozinheira Tania Maria de Lima, do bairro da Penha, na capital paulista.

Após desfazer uma sociedade de três anos em que atuava exclusivamente na operação, decidiu seguir por conta fazendo marmitas fitness. “Quem cuidava de tudo era minha sócia, eu ficava na cozinha. Quando fiquei sozinha e fui estudar sobre gestão, entendi que era importante a formalização”, relatou Tania, destacando que, se um dia precisar expandir seu negócio, que hoje rende cerca de R$ 1.5 mil por mês, pode ter acesso mais barato ou facilitado ao crédito.

FORMALIZAÇÃO: 10 ANOS
O presidente do Sebrae Carlos Melles, destaca que, com a categoria MEI, mais de 2 milhões de empreendedores saíram da informalidade, como apontou a pesquisa, mostrando que 33% dos MEIs estavam na informalidade antes de optarem pelo registro. Desses, 48% empreendiam sem CNPJ há dez anos ou mais.

É um universo bastante significativo de donos de negócio que ganharam, com a formalização, acesso a crédito e a benefícios previdenciários. Mais do que isso, eles ganharam autoestima enquanto empresários e geradores de renda”, analisa Melles. “Ainda há espaço para o MEI avançar, seja na universalização e inclusão de novas atividades, seja na ampliação do número de empregados”, disse.

Cerca de 40% dos MEIs têm a própria residência como local de trabalho, porcentual que vem caindo ao longo dos anos. Em 2015, eram 53%, passando para 45% em 2017, o que indica um gradativo processo de profissionalização.

A pesquisa também revelou a heterogeneidade no perfil de escolaridade dos MEI, que é predominantemente de pessoas com o ensino médio (48%).Porém, os dois extremos dos níveis de educação formal também são expressivos, já que 22% têm até o nível fundamental e outros 31% concluíram o nível médio e chegaram – pelo menos – a ingressar em uma universidade.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Confira as diferenças entre micro empresa, pequena empresa e MEI

Conheça a Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e entenda como a regra atua em cada conceito de empresa.

Lei Geral

Você sabia que existe uma legislação específica para a proteção das pequenas e médias empresas no Brasil? É a Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Ela foi instituída em 2006 para regulamentar o disposto na Constituição Brasileira, que prevê o tratamento diferenciado e favorecido à microempresa e à empresa de pequeno porte.

Desde que foi criada, já atravessou quatro rodadas de alteração, mas permanece com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento e a competitividade das microempresas e empresas de pequeno porte brasileiras, como estratégia de geração de emprego, distribuição de renda, inclusão social, redução da informalidade e fortalecimento da economia.


Simples Nacional
Por meio da Lei Geral, foi instituído o regime tributário específico para os pequenos negócios, com redução da carga de impostos e simplificação dos processos de cálculo e recolhimento, que é o Simples Nacional.

A Lei Geral uniformizou o conceito de micro e pequena empresa ao enquadrá-las com base em sua receita bruta anual.

A Lei Geral protege os pequenos negócios para seguir a Constituição e gerar emprego e renda.

4 benefícios da Lei Geral que protege micro e pequenas empresas:

  • Simplificação e desburocratização;
  • Facilidades para acesso ao mercado;
  • Facilidades para obtenção de Crédito e à justiça;
  • Estímulo à inovação e à exportação.

As diferenças

Fonte: Sebrae Nacional – 27/09/2019

O que é computação em nuvem?

Computação em nuvem (do inglês cloud computing) é um conceito que faz referência a uma tecnologia que permite o acesso a programas, arquivos e serviços por meio da internet, sem a necessidade de instalação de programas ou armazenamento de dados – daí vem a alusão a “nuvem”.

Com isso, os serviços podem ser acessados de maneira remota, de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora.

O conceito de computação em nuvem

Computação em nuvem é a possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet, sem a necessidade de instalar aplicativos no computador. O armazenamento de dados é feito em serviços on-line, em uma rede. Dessa maneira, para realizarmos determinada tarefa, bastaria nos conectarmos ao serviço on-line, desfrutar suas ferramentas, salvar o trabalho e depois acessá-lo de qualquer outro lugar.

O que é computação em nuvem?

A partir de qualquer computador e em qualquer lugar, podemos acessar informações, arquivos e programas num sistema único. Com a computação em nuvem, os seus dados não estão salvos em um disco rígido do seu computador, mas sim disponíveis na web. O requisito mínimo deste conceito é um computador conectado à internet.

Dentre os principais fornecedores deste tipo de tecnologia estão a Microsoft, Salesforce, Slytap, HP, IBM, Google e Amazon. Um dos melhores exemplos de computação em nuvens é o Dropbox, um serviço de sincronização de arquivos. Com este mecanismo, você só precisa reservar um espaço do disco rígido, que será usado para a sincronia nas nuvens. Quando você copia ou move um arquivo neste espaço, ele será duplicado no servidor do aplicativo.

Outro exemplo desta tecnologia é o Google Docs, serviço em que você pode criar documentos e armazená-los on-line.

Vantagens e desvantagens

Dentre as muitas vantagens proporcionadas pela computação em nuvem está o fato de não precisarmos de uma máquina potente, já que todas as tarefas são executadas em servidores remotos. Outros benefícios são a agilidade e a praticidade: com a computação em nuvem, existe a possibilidade de acessar dados, arquivos e aplicativos a partir de qualquer lugar e por diferentes aparelhos, como laptops, PDAs e celulares, bastando para isto uma conexão com a internet. Este conceito permite o compartilhamento de recursos por um grande número de usuários e com serviços fáceis de usar.

No entanto, a computação em nuvem também possui as suas desvantagens. Uma delas diz respeito à segurança dos dados. Muitas pessoas desconfiam e não se sentem à vontade com informações importantes em um ambiente virtual, até porque os “hackers” podem invadir os serviços e roubar os dados. Para evitar este tipo de problema, as empresas fornecedoras da computação investem bastante em segurança e nos “antivírus em nuvem”.

Outro fator importante é ter uma conexão estável e rápida para aproveitar melhor a tecnologia, já que existe a necessidade de acessar servidores remotos.

Fonte: www.estudopratico.com.br

Soluções on-line para sua empresa

Agora que você já entendeu o que é computação em nuvem pode entrar em contato conosco para saber mais sobre as nossas soluções baseadas na computação em nuvem. São soluções para automação comercial e industrial que possibilita o gerenciamento dos seus negócios de forma segura, rápida e confiável com toda segurança que um sistema em nuvem oferece.

Nossas soluções são específicas para cada seguimento com integração com outros sistemas como o iFood e Mercado Livre, além de lojas virtuais para que você venda seus produtos on-line e ao mesmo tempo controle seus estoque, vendas, compras, financeiro e muito mais.

Acesse nosso site para saber mais sobre nossas soluções que vão do PDV ao ERP para ajudar no sucesso da sua empresa. Ou ligue para agendar uma visita com nossos representantes.

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Por que é fundamental estimular o empreendedorismo feminino?

Fomentar o empreendedorismo feminino é fundamental para que as mulheres possam aumentar seus rendimentosgerar empregos, ter sustentabilidade no mercado e, sobretudo, ser independentes e protagonistas de suas vidas.

Nos últimos dois anos, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%. Com o avanço, a atividade empreendedora passou a conferir às donas de negócio a principal posição em casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuge (situação verificada quando a principal renda familiar provém do marido).

Essa posição caiu de 49% para 41% nos últimos anos, conforme o relatório especial produzido pelo Sebrae. O estudo constatou ainda que as representantes do sexo feminino empreendem movidas principalmente pela necessidade de ter outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira.

São 9,3 milhões de mulheres à frente de uma empresa no Brasil, representando 34% de todos os donos de negócios do país.

As mulheres empreendedoras representam hoje 48% dos microempreendedores individuais (MEI), atuando principalmente em atividades de beleza, moda e alimentação. Quanto ao local de funcionamento do negócio, 55,4% das MEI estão sediadas em casa.

Nós acreditamos no impacto positivo da liderança feminina no mercado e nos negócios. Sua presença não só no ambiente de trabalho, mas também em postos de gestão propicia um mercado com mais diversidade e diferentes pontos de vista. Veja o que acontece quando a mulher tem a liberdade para fazer o que quiser:

  • Quando uma mulher empreende e é dona do seu próprio dinheiro, ela vira dona de sua própria história.
  • Quando uma mulher é dona de sua própria história, ela tem mais chance de interromper ciclos de violência contra si e sua família.
  • Quando uma mulher empreende, ela reinveste em sua família e, assim, toda a sociedade avança junto.

Por isso, temos os seguintes compromissos:

Apoiar as empreendedoras para que inovem mais e ampliem o faturamento

As mulheres respondem por 48% dos empreendimentos iniciais e, na média, são mais escolarizadas. Porém, empresas lideradas por mulheres tendem a faturar menos e ser menos intensivas em inovação. Fonte: pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM 2018).

Apoiar as empreendedoras para que superem obstáculos e prosperem em seus negócios

As mulheres apresentam menor proporção em relação aos homens no grupo dos empreendimentos estabelecidos (43%). Essa diferença mostra que o impulso inicial para empreender é semelhante, porém, as mulheres enfrentam mais dificuldades para fazer seus empreendimentos prosperarem. Fonte: GEM 2018.

“Nosso trabalho é fortalecer as habilidades comportamentais das empreendedoras para garantir confiança e reduzir as desigualdades”, João Henrique de Almeida Sousa, presidente do Sebrae

Apoiar as empreendedoras para que desenvolvam seus negócios em qualquer setor

As empreendedoras iniciais brasileiras atuam principalmente em quatro atividades econômicas: serviços de alimentação, serviços domésticos, comércio varejista de roupas e cabeleireiros (Sebrae, 2018). Existe ainda um grande caminho para maior participação de mulheres em empresas ligadas à ciência, tecnologia, engenharia e matemática, por exemplo.

Principais dados das mulheres empreendedoras

  • Entre 49 países do mundo, o Brasil tem a sétima maior proporção de mulheres entre os “empreendedores iniciais”.
  • As mulheres donas de negócio (formais e informais) são mais jovens do que os homens. Elas têm 43,8 anos, contra 45,3 anos no caso do sexo masculino.
  • As donas de negócio têm maior escolaridade (16% maior), mas ganham, em média, 22% a menos que os homens na mesma posição.
  • Parcela expressiva das mulheres donas de negócio trabalha em casa – 25%. No caso específico das mulheres que são MEI, essa proporção sobe para 55%.
  • As mulheres empresárias tomam menos empréstimo e com valor médio igualmente menor. O valor médio do empréstimo para mulheres é  em média R$ 13.071 menor que o dos homens.
  • As empresárias pagam taxas de juros maiores. A taxa anual para empresárias é 3,5 % acima dos donos de pequenos negócios.
  • A taxa de inadimplência das mulheres é inferior à registrada por homens, 3,7% para mulheres contra 4,2% para os empresários.
  • Quase metade dos MEI existentes no país é formado por mulheres (48%).
  • As mulheres MEI se destacam em atividade de beleza, moda e alimentação.
  • As mulheres MEI trabalham mais em casa (55%).

Fonte: Sebraeadaptado

A solução de gerenciamento empresarial para você empreendedora está aqui!

Não importa qual o ramo que você, empreendedora iniciante, vai começar, o ideal é iniciar da maneira certa com a solução de gerenciamento empresarial que vai ajudar seus negócios a se manterem no rumo certo para o sucesso!

Acesse nosso site e conheça as nossas soluções on-line que são indicadas e feitas para cada segmento do comércio físico e on-line, distribuidora e indústria.

Soluções desenvolvidas para ajudar no controle e gerenciamento dos processos internos da sua empresa como estoque, finanças, compras, vendas, pagamentos, relatórios e muitas outras funcionalidades que nosso sistema oferece e que são disponibilizados em módulos para que você não precise contratar um pacote de ferramentas e utilizar apenas algumas delas, ou seja, com nosso sistema de módulos você monta seu pacote de acordo com sua necessidade, utilizando e pagando apenas pelo que vai utilizar conforme as necessidades da sua empresa.

Confira nossas soluções!

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ERP – Sistema integrado de gestão empresarial

Planejamento de Recursos Empresariais ou planeamento de recurso corporativo  (em inglês Enterprise Resource PlanningERP) é um sistema de informação que integra todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistemas de finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão etc).

O ERP é uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e armazenamento de todas as informações do negócio.

ERP é a espinha dorsal dos negócios eletrônicos, uma arquitetura de transações que liga todas as funções de uma empresa, por exemplo, de processamento de pedido de vendas, controle e gerenciamento de estoque, planejamento de produção e distribuição e finanças.

O sistema certo para sua necessidade

Seja qual for o seu negócio, você tem a opção certa para administrar sua empresa com uma tecnologia de ponta e acessível de qualquer lugar por meio da internet, pois nossas soluções são on-line e modulares que você escolhe para atender todas as reais necessidades da sua empresa. Assim não precisa comprar aqueles pacotes com funcionalidades que você sabe que nunca vai utilizar!

Com nossas soluções sua empresa tem a facilidade para controlar o estoque, compras, vendas, setor financeiro e muitas outras funcionalidades. Também dispões de integrações com loja virtual, mercado livre e iFood. Além de aplicativos que ajudam em vários tipos de seguimentos como por exemplo o aplicativo próprio para pedidos on-line que vem acompanhado de um sistema gestor para fazer o gerenciamento da empresa e opção de integração com iFood e site para pedidos on-line.

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Vestuário infanto-juvenil: aposte em um mercado crescente no país

Preparamos um conteúdo com várias dicas para você montar a loja ideal de roupas e acessórios para bebês, crianças e adolescentes.

Saber para quem vender e o que se pode colocar à venda: uma das primeiras coisas que o empreendedor precisa ter certeza. No ramo da moda, entender qual será o público alvo para começar a agir é fundamental até para articular o que será oferecido.

O mercado de roupas infantis cresce em média 6% ao ano, segundo a Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). 

É por isso que o lojista que deseja atuar no varejo da moda pode optar por atender a um nicho específico de mercado. E um deles, em ascensão no país, é o do vestuário infanto-juvenil. Roupas, calçados e acessórios infanto-juvenil. Como o consumidor nessa faixa etária está em fase de crescimento, existe uma demanda constante que precisa ser atendida.

O mercado

Para você ficar por dentro dos números, saiba que o mercado de roupas infantis cresce em média 6% ao ano, segundo a Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Dados do Instituto de Estudos de Marketing Industrial (IEMI) mostram que, em 2012, o varejo de moda infantil movimentou R$ 27,5 bilhões, representando alta de 7,5% sobre 2011. Já a indústria voltada para o segmento movimentou R$ 17,7 no mesmo ano, uma alta de 35,9% se comparado a 2008.

As micro e pequenas empresas representam 90% do setor de vestuário no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest).

Montando a loja

Esse pode ser um mercado atrativo, mas o empreendedor deve ficar atento a alguns pontos antes de iniciar suas atividades, como:

Concorrência do mercado;

Localização do estabelecimento;

Custos;

Preços praticados pelos concorrentes;

Padrão das lojas existentes; 

Comparar as características dos potenciais clientes.

Nós vamos falar um pouquinho sobre essas possibilidades agora. No que diz respeito à localização, um aspecto muito importante é que o local escolhido seja de grande movimento de pessoas. Mas, é preciso ainda avaliar a relação custo-benefício: se você optar por montar a loja fora dos grandes centros, deverá investir em divulgação, atendimento e promoções para atrair o cliente, por exemplo.

O que você precisa saber sobre a localização do seu negócio:

  • Capacidade de estacionamento (local ou próximo);
  • Local que permita o fluxo livre de pedestres;
  • Proximidade de estações e pontos de transporte coletivo.

Qual o tamanho da loja?

Estamos falando do segmento de roupas infantis e juvenis e, por isso, não precisa ser um local realmente grande. A área mínima necessária é de aproximadamente 30m². É o que teoricamente você vai precisar para garantir o atendimento, espaço para um vendedor e um responsável pelo caixa e para a exposição das roupas e estoque. Se estiver em um grande centro, você não precisará de espaço para banheiro no interior da loja, por exemplo.

Independentemente do tamanho, alguns equipamentos são essenciais para montar a loja:

  • Araras;
  • Armários;
  • Assentos;
  • Balcão (com gavetas para estoque);
  • Espelhos;
  • Manequins;
  • Provadores;

Quanto preciso de estoque?

 Esta é uma pergunta recorrente e a resposta é que a manutenção dos estoques deve contar com certa variedade de produtos, atendendo sempre às estações e às tendências do mercado. Além da quantidade, a qualidade das peças compradas não pode ser esquecida, também.

Quanto maior a frequência de entregas dos fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos estoques, também chamado de índice de rotação de estoques.

O ideal é que o estoque seja mínimo, porque assim garante a mercadoria, mas gera menor impacto na alocação de capital de giro. Você pode fazer este cálculo levando em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.

Sua loja precisa chamar a atenção

Dentro e fora da loja, o chamado visual merchandising é essencial. Você pode criar um “cenário” que tenha relação com o público-alvo. Opte por cores alegres e por outros recursos de decoração que cumpram este papel. Vale investir em revestimentos, pintura, móveis e iluminação para favorecer a estética.

A vitrine é o primeiro contato que o consumidor tem com o produto, ela define o que está à venda, então precisa ser atrativa. E não esqueça de agradar o consumidor, que é o cliente direto, que usará as roupas, calçados e acessórios, mas também quem vai pagar a conta.

O ambiente da loja precisa funcionar

Além da estética e da decoração, o ambiente deve ser funcional. Como você consegue isso? Observe os espaços necessários para circulação dos clientes, prevendo inclusive adaptações necessárias para o acesso e atendimento de portadores de necessidades especiais. A área da loja também deve ter no mínimo dois provadores com espaço suficiente para a criança e o adulto acompanhante.

Aprenda a agregar valor

E o que isso significa? Você vai oferecer o inesperado ao cliente. É oferecer mais e melhor e, muitas vezes, aquilo que ninguém oferece. Aposte em diferenciais. Há muitas maneiras de agregar valor dessa forma que vão de comercializar roupas com matérias-primas ecologicamente corretas, utilizar embalagens biodegradáveis, personalizar o atendimento, criar espaços lúdicos até realizar promoções em redes sociais.

Artigos para bebês

Este é um ramo promissor dentro do varejo da moda. E o bacana é que, nesse caso, a matéria prima utilizada pode ir além do vestuário. Sabe como? Você pode oferecer diversos artigos de primeira necessidade, que vão de banheiras a materiais de higiene.

Só no ramo do vestuário a lista desses artigos é grande. Você pode comercializar roupas das mais variadas, sapatos, mantas, lençóis, cobertores, edredons, travesseiros e por aí vai. Toda oferta de produtos está ligada ao seu público alvo, então, conheça-o bem antes de fazer uma aposta.

Fonte: Sebrae

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SAT Bloqueado?

Por que meu SAT foi bloqueado?

Quais fatores podem bloquear o meu SAT?

Como desbloquear o meu SAT?

Verifique se o SAT está bloqueado através dos LEDs do equipamento, para saber a situação exata do equipamento é possível consultar o status do SAT (para mais informações verifique o manual do equipamento). Sugerimos também consultar o SGR-SAT para verificar a situação do equipamento no sistema da SEFAZ.

O SAT pode ser bloqueado nas seguintes situações:

  1. Autobloqueio: 
    1. SAT sem conexão com a SEFAZ por muito tempo: Caso o SAT fique sem conexão por um período maior de tempo do que o definido pela Sefaz ele se autobloqueará.  É possível consultar o tempo até o autobloqueio através da função “Consultar Parâmetros Equipamento SAT” no SGR-SAT (Sistema de Gestão e Retaguarda do SAT).
    2. Memória cheia: o equipamento está com a memória cheia e por isso não consegue mais emitir CF-e-SAT.
    3. Certificado vencido: O SAT também se bloqueará se o certificado instalado vencer.

      Nesse caso, basta conectar o SAT à internet para que ele se desbloqueie. Se o SAT estiver conectado à internet, mas continuar autobloqueado verifique se a rede está permitindo a livre comunicação do SAT com a SEFAZ.
  2. Bloqueio pelo contribuinte:
    1. O contribuinte pode bloquear o SAT através do SGR-SAT e completar a operação através da funcionalidade do programa de ativação ou pelo Aplicativo comercial., caso, por exemplo, precise fechar o estabelecimento por um determinado tempo. Mesmo se o contribuinte não terminar a operação se o SAT estiver com situação “Bloqueio Contribuinte” no SGR-SAT e houver uma atualização de parametrização por parte da SEFAZ, o equipamento será bloqueado ao receber a parametrização nova.

      Para desbloquear, deve acessar o SGR-SAT da Sefaz e utilizar a função “Bloquear e desbloquear Equipamento SAT”, conectar o SAT à internet e seguir o manual de instruções do equipamento para finalizar o desbloqueio.
  3. Bloqueio pela SEFAZ:
    1. A SEFAZ pode bloquear o SAT de ofício. Para verificar se o SAT foi bloqueado pela SEFAZ, verifique a situação do equipamento através da função “Visualizar Equipamento SAT” no SGR-SAT. Nesse caso a situação deve constar como “Bloqueio SEFAZ”.
      1. Observação: Caso o equipamento se encontrar com situação “Bloqueio SEFAZ”, mas no SGR-SAT a situação constar como “Desativação Solicitada”, entre em contato com o fabricante para verificar se existe alguma alternativa para tirar o equipamento dessa situação, por exemplo, atualizar o software básico do SAT. Caso contrário solicite a cessação de uso do equipamento, conforme guia: https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/sat/Paginas/Guia-Uso-SAT.aspx
  4. Bloqueio para Desativação:
    1. O equipamento pode ficar bloqueado para desativação caso o contribuinte solicite a desativação do equipamento SAT no SGR-SAT e solicitar o bloqueio para desativação pelo software do fabricante ou pelo Aplicativo comercial. Mesmo se o contribuinte não solicitar o bloqueio para desativação pelo software do fabricante ou pelo Aplicativo Comercial se o SAT estiver com situação “Desativação Solicitada” no SGR-SAT e houver uma atualização de parametrização por parte da SEFAZ, o equipamento será bloqueado ao receber a parametrização nova. 

      Nesse caso, não há desbloqueio, o processo de desativação deve ser feito até o fim para que o SAT possa ser ativado para outro CNPJ.
  5. Bloqueio por erro na informação do código de ativação nas funções do SAT:
    1. O equipamento poderá entrar em bloqueio por erro na informação do código de ativação nas funções do SAT. A depender do número de vezes em que o código de ativação for informado incorretamente, o SAT ficará em bloqueio, somente permitindo o uso após o tempo estipulado e que está na Especificação de Requisitos. Quanto mais tentativas incorretas forem realizadas, maior será o tempo de bloqueio. 

Fonte: https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/sat/Paginas/perguntas-frequentes.aspx